Julgamento de João Branco e seus ‘comparsas’ será no dia 13 de abril, diz TJAM

A quinta tentativa de julgar o líder da facção criminosa Família do Norte (FDN), João Branco, e seus ‘comparsas’ está marcada para ocorrer no Plenário do Fórum Henoch Reis, no bairro São Francisco

Com informações da assessoria / redacao@diarioam.com.br

Manaus – A quinta tentativa de julgar o líder da facção criminosa Família do Norte (FDN), João Branco, e seus ‘comparsas’ está marcada para o dia 13 de abril. O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) confirmou, nesta segunda-feira (2), o julgamento do réu João Pinto Carioca para a sexta-feira (13), no Plenário do Fórum Ministro Henoch Reis, no bairro São Francisco, zona Sul, a partir das 8h30.

José Maurício Neville de Castro Júnior assumiu a defesa de três comparsas de João Branco (na foto), suspeitos de planejar e assassinar o delegado da Polícia Civil (PC) Oscar Cardoso Filho (Foto: Arquivo DA/Jair Araújo)

A participação do réu João Pinto Carioca será por meio de videoconferência, conforme decisão do Juízo da 2ª Vara do Tribunal do Júri, e a dos demais – três réus -, presencial. O processo de nº 0232023-39.2014.8.04.0001 trata da morte do delegado Oscar Cardoso Filho e tem, entre os réus, João Pinto Carioca.

O advogado de defesa de João Pinto Carioca, o ‘João Branco’, José Maurício Neville de Castro Júnior, o mesmo de Fernandinho Beira-Mar, assumiu a defesa dos outros três suspeitos de planejar e assassinar o delegado da Polícia Civil (PC).

Adiamento

No último julgamento, em agosto do ano passado, as defesas dos réus João Branco e Messias Sodré abandonaram o julgamento. Já os acusados Marcos Pará e Diego Breno destituíram seus advogados, o que forçou o adiamento do julgamento deles.

Somente Mário Jorge Nobre de Albuquerque, o ‘Mário Tabatinga’ permaneceu com o mesmo advogado particular e foi condenado pelos crimes de associação criminosa e ocultação de bem ilícito, recebendo uma pena de cinco anos, seis meses e 15 dias de reclusão.

No entanto, o juiz Anésio Rocha Pinheiro considerou o tempo em que o réu já esteva preso – três anos – e fixou que o restante da pena seria cumprido em regime aberto. Em relação à acusação de homicídio do delegado Oscar Cardoso Filho, assassinado em 2014, ele foi inocentado.