Após morte de agente, Umanizzare diz que unidades prisionais têm dia tranquilo

A empresa afirmou que, no sábado (1º), representantes da empresa estiveram no Hospital Delphina Aziz, na zona norte de Manaus, acompanhando o atendimento a Alexandro Galvão, ferido a facadas dentro do Compaj

Da Redação / redacao@diarioam.com.br

Manaus – A Umanizzare Gestão Prisional, que faz a cogestão em seis unidades no Amazonas com a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap), afirmou que este domingo (2) tem sido tranquilo nas unidades prisionais. A afirmação ocorre um dia após a morte do agente penitenciário Alexandro Rodrigues Galvão, 37, esfaqueado por detentos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj). A empresa disse, ainda,  que “vem acompanhando de perto os últimos acontecimentos envolvendo o seu colaborador e tomando todas as providências necessárias para assistir a família do agente de socialização”.

Segundo a Umanizzare, no sábado (1º), dia em que o crime ocorreu, representantes da empresa estiveram no Hospital Delphina Aziz, na zona norte, acompanhando o atendimento a Alexandro, ferido a facadas na manhã do dia. “E na manhã deste domingo foram ao enterro prestando todo o apoio à família por meio da sua direção”, disse a empresa, por meio da assessoria de comunicação.

A empresa afirmou que disponibilizou assistência aos colaboradores das unidades prisionais “por meio do seu quadro profissional de psicólogos e assistentes sociais neste momento difícil, de um fato isolado”.

De acordo com a Umanizzare, a “situação atual nas unidades é tranquila com os agentes de socialização trabalhando normalmente e desempenhando as suas funções”. A empresa afirmou que tem colaborado com as autoridades que apuram o caso.

Doze suspeitos

A Umanizzare afirmou que, além dos três acusados, outros nove detentos prestaram esclarecimentos no 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP). “E posteriormente, foram encaminhados e alojados nas celas 2 e 3 do Regime Disciplinar Diferenciado (RDD) do Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat)”, informou a empresa.

Por medida de segurança, a Seap reforçou o monitoramento na unidade prisional e suspendeu a visitação aos presos neste domingo (2). “Ainda segundo a Seap, os servidores escalados para o plantão de domingo cumprem com a jornada de trabalho normal e que dispõe de efetivo para suprir qualquer carência”, diz a nota da Umanizzare.