Aprovados em concurso acampam em frente à Susam e exigem convocação

Segundo o grupo, há uma promessa do governador Amazonino Mendes garantindo a convocação até junho deste ano. A reportagem aguarda posicionamento da Susam sobre as reivindicações

Stephane Simões / redacao@diariodoam.com.br

Aprovados no concurso de 2014 estão acampados em frente à Susam (Foto: Pablo Trindade)

Manaus – Concursados da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas (Susam) estão acampados, desde o início da manhã desta terça-feira (8), em frente à sede do órgão, na Avenida André Araújo, zona centro-sul de Manaus. Com o ato, o grupo pede a convocação de 2.269 aprovados no concurso realizado em 2014. A reportagem aguarda posicionamento da Susam sobre as reivindicações.

De acordo com o movimento, dos 2.269 aprovados que aguardam a convocação, 1.245 são de Manaus, 487 são do interior e 537 são das fundações.

Segundo a assistente social e representante do movimento, Gracilene

Aprovados no concurso de 2014 estão acampados em frente à Susam (Foto: Pablo Trindade)

Medeiros, há uma promessa do governador Amazonino Mendes garantindo a convocação até junho deste ano. “O que houve esse ano foi uma chamada, em fevereiro, referente à lista que deveria ter saído em 2017. Depois, prometeram uma lista para março e abril, nós já estamos em maio e era para encerrar em junho de 2018”, explica.

No dia 25 de abril, os concursados realizaram uma manifestação cobrando uma resposta do secretário de Saúde, Francisco Deodato. “Ele não nos recebeu e nós prometemos que, caso ele não tomasse uma decisão para resolver nossa situação, nós retornaríamos aqui com o acampamento, e assim estamos fazendo”, disse a representante do movimento.

Segundo Gracilene, o movimento reúne cerca de 200 pessoas, divididas em grupos de 50 pessoas, que se revezarão em turnos. São aguardados, ainda, representantes das cidades de Parintins, Urucará, Manacapuru e Tefé.

“Neste momento, a nossa negociação é só a convocação imediata dos aprovados. Enquanto isso não estiver no cronograma, com quantitativo e data para terminar, nós não vamos sair daqui”, afirmou Gracilene.