(In) decisão provocou troca de ironias entre os caciques

(In) decisão provocou troca de ironias entre os caciques

A decisão do ministro Ricardo Lewandowski que suspendeu a eleição suplementar para o governo do Amazonas provocou várias situações de humor envolvendo caciques políticos dos governos atual e anterior. Ainda na noite de quarta-feira, caciques do governo anterior, de José Melo (PROS) ligaram para os colegas do governador atual, David Almeida (PSD), fazendo piadas do tipo ‘acabou o que era doce’. Pela manhã, após Lewandowski explicar que a decisão era apenas sobre a eleição, a situação se inverteu. Os caciques ligados a Almeida passaram a ligar para os ligados a Melo, para descontar. A decisão ficou clara quando o ministro publicou: “Decisão republicada para correção de erro material. (…) Em face do exposto, defiro a liminar para suspender a execução do cumprimento do acórdão daquela Corte especializada, tão somente quanto à realização de novas eleições, até o esgotamento das instâncias ordinárias, quer dizer, até a publicação do acórdão de julgamento dos embargos de declaração lá opostos”.

Fieam na contramão

Na contramão da maioria das entidades do Amazonas, a Federação das Indústrias do Amazonas não se manifestou sobre a decisão do ministro Ricardo Lewandowski que suspendeu a eleição para o Governo do Amazonas.

Trabalhador sofre

Para o presidente estadual da CUT, Valdemir Santana, quem mais sofre com a indecisão política no Amazonas é a classe trabalhadora, “que tão cedo terá uma solução para o problema do desemprego.

Ministro anuncia teto para servidor cedido ao governo

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, afirmou que está sendo preparado um decreto que vai limitar ao teto constitucional, de R$ 33,7 mil, os ganhos de funcionários de estatais cedidos ao governo. A medida afeta funcionários de carreira da Petrobras, Eletrobras e Banco do Brasil.

‘Elite brasileira é negligente com a defesa nacional’

As Forças Armadas têm um sentimento de “orfandade” em relação à elite brasileira, incluindo setores da elite política, por avaliarem que não são valorizadas como merecem, segundo o ministro da Defesa, Raul Jungmann, em audiência, ontem, no Senado.