Oitava frente fria de 2017 chega à Amazônia brasileira

 

 

Enquanto em Manaus a sensação de calor foi uma das mais altas, pela oitava vez em 2017, uma frente fria conseguiu penetrar até a Amazônia brasileira, mesmo com fraca intensidade, no início desta semana. As temperaturas não caíram abruptamente como sempre ocorre em eventos de friagem, mas a maior cobertura de nuvens e o vento mais forte do quadrante sul, além do aumento da pressão atmosférica evidenciaram o sistema frontal. Os sistemas anteriores, com configuração de friagem, atingiram a região amazônica em 18 de março, 28 de abril, 31 de maio, 9 de junho, 19 de junho, 17 de julho e 3 de agosto, conforme análise sinótica feita pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Cptec/Inpe). Estações meteorológicas automáticas mantidas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registraram declínio bem discreto de temperatura, com mínima de 16,5°C, em Vila Bela da Santíssima Trindade, no oeste de Mato Grosso e 18,8°C, em Vilhena, no sul de Rondônia, levando-se em consideração da área do bioma Amazônia.

Simpósio em Manaus

Pela primeira vez na América Latina, o Simpósio Internacional sobre Fisiologia da Reprodução de Peixes será realizado em Manaus, em 2018.

Jornalista do PSOL

Tainá Amoêdo, 21 anos, finalista do curso de Jornalismo da Ufam foi eleita presidente da gestão proporcional do PSOL Manaus.

Servidores públicos

De acordo com a Muove Brasil, apenas 25% dos servidores públicos municipais na Região Norte têm Ensino Superior.

Ainda a ‘Torre de Babel’

O Ministério Público do Estado instaurou inquérito para apurar a obra irregular, no bairro São Jorge, no local da ‘Torre de Babel’.

Religião nas escolas 1

O STF julgará, nesta semana, se pode um professor de religião puxar brasa para sua sardinha ou falar da religiosidade como um todo.

Religião nas escolas 2

Uma lei federal prevê o ensino na rede pública, desde que interreligioso e sem “pregação confessional”.

Espaço a hidrelétricas

Em artigo no jornal O Estado de São Paulo, o cientista José Gondemberg diz que ainda há espaço para expansão hidrelétrica na Amazônia.