‘Feirão da Caixa 2017’ movimenta mais de R$ 86 milhões em vendas no fim de semana

Mais de 20 mil pessoas passaram pelo 'Feirão', neste fim de semana, segundo a Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (ADEMI-AM)

Com informações da assessoria / redacao@diarioaam.com.br

Feirão pretende movimentar R$ 200 milhões (Foto Divulgação)

Manaus – Durante dois dias, o “Feirão da Caixa 2017”, que aconteceu no último final de semana no Studio 5 Centro de Convenções, movimentou o equivalente à média financeira mensal do mercado imobiliário em Manaus. De acordo com os dados da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (ADEMI-AM) e a Superintendência do Amazonas da CAIXA, que promoveram o Feirão, foram fechados 390 negócios, com um Valor Geral de Vendas (VGV) de aproximadamente R$ 86 milhões.

“Esses dados são apenas o equivalente aos dois dias de evento, mas a expectativa de movimentação de R$ 200 milhões pode ser confirmada nos próximos meses, visto que o evento foi apenas a porta de entrada para muitos negócios que começaram a ser fechados lá e serão finalizados ao longo das próximas semanas”, avaliou o presidente da ADEMI-AM e empresário, Romero Reis.

Ainda de acordo com ele, mais de 20 mil pessoas passaram pelo “Feirão da Caixa 2017”. “O número está absolutamente dentro das nossas expectativas. O mercado continua movimentado, mostrando retomada do crescimento econômico, gerando ótimas oportunidades de negócios para quem está em busca de um imóvel”, explicou.

Ele destaca também que as pessoas interessadas em adquirir imóveis com as facilidades oferecidas durante o Feirão podem procurar as Incorporadoras/Construtoras associadas. “As negociações ainda podem ser flexibilizadas. O momento no mercado continua propício para quem quer realizar a compra”.

Para o Superintendente da Caixa Econômica Federal no Amazonas, Mário Tonon, o evento foi importante para que as pessoas pudessem ainda fazer o planejamento para uma compra consciente. “O compromisso de compra de imóvel não pode ser adquirida sem planejamento. O ideal é que o imóvel comprometa no máximo 30% da renda da família, produzindo segurança para as partes envolvidas”, alertou.