Vendas têm queda no Feirão da Caixa – 2017

De acordo com o balanço da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas, foram vendidos 390 unidades, contra 500, na edição do ano passado, queda de 22%

Da Redação/redacao@diarioam.com.br

O feirão foi realizado pela Ademi em parceria com a Caixa Econômica Federal neste final de semana vendeu menos unidades do que em 2016 (Foto: Divulgação)

Manaus – Os negócios no Feirão da Caixa – 2017 realizado no último final de semana refletiram a crise no setor imobiliário com a queda de 22% no volume de imóveis comercializados em relação ao ano passado. De acordo com o balanço da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário do Amazonas (Ademi-AM), foram vendidos 390 unidades, contra 500, em 2016.

Apesar da menor quantidade comercializada, mesmo com o dobro de visitantes no evento, a movimentação financeira foi maior. O Valor Geral de Vendas (VGV) cresceu 3,9%, já descontada a inflação do período. Em 2016, o montante comercializado atingiu R$ 80 milhões, segundo os dados da Ademi. No último final de semana, as empresas fecharam negócios de, aproximadamente, R$ 86 milhões, informou a entidade.

O feirão realizado em parceria com a Caixa Econômica Federal (Caixa) atraiu mais de 20 mil pessoas, no sábado e domingo, no Studio 5 Centro de Convenções, zona sul de Manaus, segundo balanço da Ademi. No ano passado, a entidade registrou cerca de 11 mil visitantes.

Mesmo com o resultado, a entidade considerou o volume de vendas positivo. “Esses dados são apenas o equivalente aos dois dias de evento, mas a expectativa de movimentação de R$ 200 milhões pode ser confirmada nos próximos meses, visto que o evento foi apenas a porta de entrada para muitos negócios que começaram a ser fechados lá e serão finalizados ao longo das próximas semanas”, avaliou o presidente da Ademi, Romero Reis.

Para o superintendente da Caixa Econômica Federal no Amazonas, Mário Tonon, o evento foi importante para que as pessoas pudessem ainda fazer o planejamento para uma compra consciente. “O compromisso de compra de imóvel não pode ser adquirida sem planejamento. O ideal é que o imóvel comprometa no máximo 30% da renda da família, produzindo segurança para as partes envolvidas”, disse.