Brasil enfrenta o Peru nesta terça após sequência de vitórias

Com informações de agências / Diário do Amazonas


Lima – Com um pé na Copa do Mundo da Rússia graças à grande sequência de cinco vitórias seguidas, o Brasil encara um Peru revigorado, nesta terça-feira (15), às 22h15 (de Manaus), em Lima, com a meta de fechar o ano na liderança das Eliminatórias e com 100% de aproveitamento na ‘era Tite’.

A sete rodadas do fim, Neymar e companhia somam 24 pontos, oito de vantagem sobre a Argentina, primeiro time da zona de classificação, derrotado por um contundente 3 a 0, na última quinta-feira, no Mineirão.

Nessa situação confortável, carimbar a vaga para a Copa do Mundo de 2018 é mera formalidade e a principal importância deste jogo, para o Brasil, é confirmar a retomada sob o comando de Tite.

Por ironia do destino, o próximo adversário será justamente um dos responsáveis pela chegada do ex-treinador do Corinthians ao cargo: foi com derrota por 1 a 0 para o Peru que o Brasil caiu, na primeira fase da Copa América Centenário, tornando praticamente inevitável a demissão de Dunga.

Por ironia do destino, Tite igualou, logo nos seus primeiros jogos, a marca de cinco vitórias seguidas da primeira passagem do capitão do tetra à frente da Seleção, nas Eliminatórias para o Mundial de 2010.

Um triunfo em terras peruanas pode deixar essa sequência no nível da celebrada Seleção de 1970, que foi para o México com seis vitórias em seis jogos na fase classificatória.

Recorde do tri à vista

Na época, as Eliminatórias eram concentradas apenas em pouco mais de um mês, em julho e agosto de 1969, e o técnico era João Saldanha, substituído por Zagallo, na campanha do tri.

O Brasil enfrentou três seleções (Paraguai, Colômbia e Venezuela) em jogos de ida e volta e garantiu presença no México com 100% de aproveitamento, 23 gols marcados e apenas dois sofridos.

Com Tite no comando, os tempos são outros, o formato também, e a Seleção  não conta com uma constelação de craques como Pelé, Tostão, Rivellino ou Jairzinho.
Mesmo assim, o balanço depois de cinco jogos é digno de elogios: foram 15 gols marcados, média de três por partida, e apenas um sofrido.