Vendas no comércio varejista do Amazonas é o quinto pior do País, aponta IBGE

Laís Motta / portal@d24am.com


Manaus – O volume de vendas no comércio varejista do Amazonas acumula retração, até outubro, de 11,7%. O desempenho é o quinto pior do Brasil, segundo dados da pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta terça-feira (13).

A queda de 11,7% no ano só não é maior que Amapá (-19,7%), Pará (-13,1%), Bahia (-13%) e Rondônia (-12,6%).

No comparativo com outubro do ano passado, o volume de vendas no comércio varejista do Amazonas caiu 12%, ampliando os resultados negativos de setembro (-11,9%) e agosto (-9,7%), segundo o IBGE.

O volume de vendas no comércio varejista ampliado, que inclui, além do varejo, as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, registrou leve queda em outubro, em relação ao mês anterior. O resultado, que havia sido de -13,5% em setembro em relação ao mesmo mês de 2015, reduziu para -11,% em outubro, também na comparação com o mesmo mês do ano passado.

No ano, o volume de vendas no comércio varejista ampliado no Amazonas acumula queda de 13%.

Já a receita nominal de vendas no comércio varejista caiu 1,7% em outubro, em relação ao ano passado. No ano, a receita caiu 1,1%.

A receita nominal de vendas no comércio varejista ampliado retraiu 4,5% em outubro, na comparação com o mesmo mês de 2015. No acumulado de janeiro a outubro, o desempenho da receita ampliada foi 5,9% menor que o mesmo período de 2015.

Brasil

O volume de vendas do varejo recuou 8,2% no confronto com outubro de 2015, décima nona taxa negativa consecutiva nessa comparação e a mais intensa desde maio de 2016 (-9%). Assim, o acumulado no ano recuou 6,7%, enquanto o acumulado nos últimos doze meses (-6,8%) teve a queda mais intensa desde o início da série histórica, em 2001.

O comércio varejista ampliado recuou 10% e a receita nominal de vendas caiu 2,7% em relação a outubro de 2015. As taxas acumuladas no ano foram de -9,3% para o volume de vendas, e de -0,8% para a receita nominal.