Cantora amazonense Anne Jezini repercute novo álbum ‘Cinética’ pelo país

Por Patrícia Borges


Manaus – Música popular, cumbia, dancehall, funk carioca e até sertanejo foram influências na pré-produção de “Cinética”, segundo disco da cantora e compositora amazonense Anne Jezini, que conseguiu uma crítica positiva na revista ‘Rolling Stone Brasil’ e surgiu em editoriais de música de ‘O Globo’ e ‘O Paraná’.

O sucessor de “Toda Queda Guarda Um Susto”, foi lançado em julho deste ano nas plataformas digitais e está disponível no Spotify e Itunes.

Gravado em novembro de 2015, no Estúdio 12 Dólares em São Paulo, “Cinética” foi produzido pelo baiano Lucas Santtana, grande nome da cena musical contemporânea. O álbum traz 9 faixas com interpretações em inglês, português e espanhol, mesclando composições próprias, parcerias e composições de Santtana.

“Nos conhecemos pelo Instagram e ficamos amigos. Logo surgiu a idéia e o convite de produzir o disco. O Lucas Santtana tem uma criatividade e um bom gosto apurado excepcionais e uma generosidade imensa pra saber compartilhar isso tudo. Ele conseguiu me traduzir perfeitamente para esse trabalho.” disse a artista.

Segundo a cantora, o processo de produção foi marcado pela troca de referências e por estar com um conceito muito bem definido. “Eu e o Lucas trocamos muitas referências do que queríamos para o conceito. Em agosto fui ao Rio de Janeiro para compormos juntos as músicas e escolher o repertório. Em outubro, entramos em estúdio. Não teve uma faixa que fosse desafiadora, sinceramente. Talvez porque começamos o disco do zero, com um conceito em mente muito bem definido antes mesmo de partimos para o repertório.” afirmou Anne.

Marcadas por elementos eletrônicos, beats, baixo e synth, as canções não se limitam a definição de estilo e já renderam boas críticas em sites especializados pelo Brasil. O álbum vem sendo repercutido em sites como “Rolling Stone Brasil” e editoriais de música dos jornais de “O Globo” e “O Paraná”.

Anne pontua o amadurecimento como principal mudança entre o primeiro álbum, “Toda Queda Guarda um Susto” e o mais recente trabalho. “O Cinética é mais amadurecido musicalmente, é um retrato bem mais fiel meu, principalmente pelo fato de que a equipe soube me ler melhor por compartilharmos das mesmas referências. Isso se reflete também nas letras, nos temas, são mais diretos em relação ao trabalho anterior”, explicou.