Dicas para os pets aproveitarem o Carnaval com saúde e segurança

No quesito fantasia, a opção deve ser por adereços leves, que não estressem os animais. Eles devem estar confortáveis, para poder curtir a festa com tranquilidade

Com informações da assessoria / redacao@diarioam.com.br

Manaus – Para quem gosta de levar o animal de estimação para participar das festas carnavalescas em blocos de rua ou em espaços petfriendly, a médica do Hospital Veterinário da UniNorte (Hovet), Ane Fabrielly, recomenda alguns cuidados que devem ser observados, visando à saúde e seguranças dos bichinhos.

A primeira preocupação, segundo ela, é com o bem-estar do animal. Como cães e gatos não gostam de agitação, o ideal é só levá-los para locais especialmente preparados para eles.

Com relação à saúde do animal, ela orienta que mantenham atualizada a carteira de vacinação. E que não exponham a aglomerações animais muito novos, que são mais suscetíveis ao risco de transmissão de doenças virais, como a parvovirose e a cinomose, em cães e a rinotraqueíte, em gatos.

Cuidados simples podem facilitar a diversão do pet nas festas de Carnaval (Foto: Divulgação)

Hidratação

Outra dica é manter os animais sempre hidratados. Levar junto uma garrafinha com água, para oferecer a eles com frequência. Também são indicados: água de coco ou suco de frutas, como maçã, caju e manga. Animais braquicefálicos (com focinhos curtos), como cães das raças pug, bulldog e shih-tzu e gatos persas, são mais suscetíveis a hipertermia e choque térmico e precisam de cuidado extra em relação à hidratação.

No quesito fantasia, a opção deve ser por adereços leves, que não estressem os pets. Eles devem estar confortáveis, para poder curtir a festa com tranquilidade. Se notar algum sinal de alergia – coceira, pele vermelha, respiração ofegante – o melhor é retirar o adereço. Se os sintomas permanecerem, o médico veterinário deve ser consultado. Ela não recomenda o uso de purpurinas, porque podem cair no olho, causando irritação, ou, ainda, o animal pode engolir.

De acordo com Ane Fabriely, os animais não têm a mesma disposição dos humanos. É preciso ficar atento se o pet está se cansando. “Respeite o tempo e a disposição deles”, afirmou.