Festival de cinema francês terá nova edição em junho

Capital amazonense está entre as mais de 60 cidades escolhidas para receber o evento, que deve ocorrer entre os dias 7 e 20 de junho. Em 2018, serão 21 longas — 19 da nova safra cinematográfica francesa

Da Redação / redacao@diarioam.com.br

ova edição, que acontecerá entre os dias 7 e 20 de junho, terá 21 longas-metragens. (Foto: Divulgação)

Manaus- O Festival Varilux de Cinema Francês voltará a Manaus, neste ano. A nova edição, que acontecerá entre os dias 7 e 20 de junho, terá 21 longas-metragens da nova safra da cinematografia francesa — entre eles um clássico e um documentário, a serem confirmados em breve.

Pela primeira vez, o festival, em parceria com a Unifrance Films, apresentará uma seleção de sete curtas-metragens franceses, demonstrando, dessa forma, a diversidade e a criatividade da narrativa audiovisual desse país.

O evento, que, no ano passado, conquistou o ranking de maior festival de cinema francês do mundo — ultrapassando o da Austrália, o Alliance Française French Film Festival —, levou 180 mil pessoas aos cinemas, apontando um crescimento de 15% em relação ao ano anterior.

Entre os 19 filmes confirmados, estão: ‘50 são os novos 30’ (2017), de Valérie Lemercier; ‘A noite devorou o mundo’ (2018), de Dominique Rocher; ‘Nos vemos no paraíso’ (2017), de Albert Dupontel; ‘Carnívoras’ (2018), de Jérémie Renier e Yannick Renier; ‘Custódia’ (2017), de Xavier Legrand; ‘O último suspiro’ (2018), de Daniel Roby; ‘Diane’ (2017), de Fabien Gorgeart; ‘A excêntrica família de Gaspard’ (2018), de Antony Cordier; ‘Gauguin – Viagem ao Taiti’ (2017), de Edouard Deluc; ‘A Aparição’ (2018), de Xavier Giannoli; e ‘Troca de Rainhas’ (2017), de Marc Dugain.

A lista segue com: ‘O Orgulho’ (2017), de Yvan Attal; ‘Marvin’ (2017), de Anne Fontaine; ‘O amante duplo’ (2017), de François Ozon; ‘Promessa ao amanhecer’ (2017), de Eric Barbier; ‘Razzia’ (2018), de Nabil Ayouch; ‘A raposa má’ (2017), de Benjamin Renner e Patrick Imbert; ‘O Retorno do herói’ (2018), de Laurent Tirard; e ‘Tout le monde debout’ (2018), de Franck Dubosc.