Festival Folclórico do Parque Dez começa dia 8 de junho, diz organização

Data foi definida na segunda (28), segundo coordenação. Evento realizado no Centro Social Urbano (CSU) do bairro terá apresentações de danças folclóricas, comidas típicas e brincadeiras

Stephane Simões / redacao@diarioam.com.br

Manaus – O tradicional Festival Folclórico do Centro Social Urbano (CSU) do Parque Dez, na zona centro-sul de Manaus, já está com data definida. A 38.ª edição do evento terá início no dia 8 junho e se estenderá até 1º de julho, com apresentações de danças folclóricas, comidas típicas e muitas brincadeiras. A data foi definida nesta segunda-feira (28), segundo os coordenadores do evento. A informação foi confirmada pela Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (Semmasdh).

De acordo com o presidente da Associação Comunitária dos Moradores do Conjunto Castelo Branco 2 e coordenador do festival, Alfredo Itassusse, o festival, que já caiu no gosto dos manauaras, chega a reunir uma média de cinco mil pessoas, por dia, no final de semana. “Durante a semana o fluxo diminui, com cerca de duas mil pessoas, por dia. O movimento começa a aquecer na quinta-feira, mas funcionamos normalmente durante a semana, com toda a programação”, disse.

Entre as programações, Itassusse afirmou que os organizadores já estão fechando com alguns grupos de danças folclóricas, de vários seguimentos. “Geralmente, sempre liberamos espaço para os artistas locais, como cantores, dançarinos ou que toque algum instrumento musical. Existe toda uma programação, todo dia tem uma dança”, acrescentou.

O policiamento, por parte da Polícia Militar (PM), já foi confirmado, além do apoio da Secretaria Municipal de Limpeza Pública (Semulsp), segundo Itassusse. “A PM sempre nos apoia. Pelo menos nos últimos anos não tivemos registro de ocorrências. Contamos com uma média de 15 a 20 homens fazendo o policiamento”, contou.

O evento, que costumava disponibilizar uma média de 100 barracas, pretende reduzir o número para 80. Itassusse contou que serão montadas 40 barracas de comidas típicas, 20 barracas de artesanato, além das barracas de brincadeiras, como pescaria e tiro ao alvo. O evento conta, ainda, com um parque de diversões que é montado no local.

“O festival é feito por essas pessoas que levam seus produtos para vender. É cobrado uma taxa para cada barraca e esse dinheiro é revertido para o evento, em que é pago o som, palco, iluminação, banheiros químicos e as próprias barracas”, afirmou o coordenador do fetival.

Itassuse afirmou, também, que o estacionamento da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Manaus será disponibilizado para a população. Uma taxa será cobrada e o valor será revertido para ajudar a instituição.

Porém, o estacionamento comporta cerca de cem carros, segundo Itassusse, o que não seria suficiente para o público que prestigia o festival. “As pessoas acabam utilizando as ruas que ficam em torno do CSU. Nós sabemos que gera problema, mas não é por causa disso que vamos deixar de fazer o evento, que é importante para a cidade”, finalizou.