Luau baré-alagoano será nesta sexta-feira

Marcado para sexta-feira, 9, na Assinpa, ‘Luau Cauxi 2’ terá a banda Figueroas, em seu primeiro show em Manaus, além de Nunes Filho, The Stone Ramos, Alaídenegão e Márcia Novo

Bruno Mazieri/redação@diarioam.com.br

Marcado para sexta-feira, na Assinpa, ‘Luau Cauxi 2’ terá a banda Figueroas, em seu primeiro show em Manaus (Foto: Divulgação)

Manaus – A segunda edição do ‘Luau Cauxi’, que acontecerá nesta sexta-feira (9), contará com um ‘tempero’ nordestino que, certamente, irá se misturar ao amazonense. Trata-se da banda alagoana Figueroas, uma das atrações do evento, juntamente com o príncipe do brega, Nunes Filho, The Stone Ramos, Alaídenegão e Márcia Novo, a partir das 21h, na Associação dos Servidores do Inpa (Assinpa), localizada na Rua da Lua, Morada do Sol, Aleixo.

Próximo a fazer sua ‘estreia’ em Manaus, o vocalista Givly Simons não escondeu a alegria de estar na cidade. “Nunca estivemos na capital do Amazonas e temos a maior vontade de conhecer. Estamos muito felizes pela oportunidade e ansiosos pra chegar aí”, disse. Em entrevista ao PLUS, o artista contou um pouco sobre a criação da banda, as referências musicais e o que estão preparando, ainda para 2017.

Entrevista
GIVLY SIMONS
Vocalista da banda alagoana Figueroas

Em que momento surgiu essa paixão por lambada, carimbó, música latina e afins?

São estilos e gêneros que sempre gostamos e fomos acostumados a ouvir. Desde criança, ouvíamos nas ruas e bares dos bairros onde morávamos, em Maceió. Com o tempo, fomos nos interessando cada vez mais, até que, há alguns anos, começamos a ouvir com muito mais frequência e passamos a pesquisar a lambada, o carimbó e outros sons feitos no Norte. Os sons latinos e carinhos também nos influenciaram.

Quando vocês decidiram criar a banda?

Quando estava ouvindo e pesquisando sobre a lambada, fui me apaixonando ainda mais pelo ritmo. Intuitivamente, comecei a compor sons e músicas inspiradas nesses gêneros. Mostrei algumas canções, ainda em esboço, para o Dinho, que topou participar daquele momento. Terminamos de compor, gravamos e demos início a banda.

E o nome Figueroas vem de onde?

Veio de um músico uruguaio chamado Jesus Figueroa, do qual gosto muito. Achava esse sobrenome bonito e sonoro, coisas que combinavam com o grupo.

Como foi participar dos programas ‘Encontro com Fátima Bernardes’ e ‘The Noite com Danilo Gentili’? Naquele momento, vocês acreditaram no sucesso?

Foram duas participações muito legais. Para nós, foi um prazer poder mostrar nosso trabalho para tantas pessoas ao mesmo tempo. E sobre a outra pergunta, o conceito de sucesso é muito relativo, não é algo que costumamos pensar no cotidiano.

Quais são as principais influências do grupo?

Oseas, Alípio Martins, Aldo Sena e outros mestres e pioneiros da lambada. Além de outros gêneros ligados a ela, como a cúmbia, o cadence-lypso e o carimbó.

Como funciona o processo de composição?

Cada canção vem de um jeito, mas costumamos compor juntos, seja começando do zero ou a partir de esboços que cada um de nós apresenta.
O que estão preparando ainda para 2017?

Estamos preparando novos videoclipes de canções de nosso último disco, ‘Swing Veneno’. E seguimos sempre compondo novas canções.