Segundo turno da eleição, no dia 27, vai custar mais R$ 9 milhões, informa TRE

Ministro disse que, em termos de logística, no Amazonas, as eleições são as mais difíceis do Brasil. Ele destacou a articulação entre as autoridades e entre a Justiça Eleitoral e as Forças Armadass, Polícia Militar e Forças Armadas, por termos logrado essa integração nessa eleição excepcional.”

Da Redação / redacao@diarioam.com.br

Manaus – O  segundo turno das eleições suplementares para governador do Amazonas vai custar R$ 9 milhões, segundo informou, ontem,  o diretor-geral do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE), Messias Andrade, durante entrevista coletiva à imprensa concedida. Somado ao custo do primeiro turno, o orçamento dessas eleições governamentais é de R$ 23 milhões.

Entre os serviços que incluem o orçamento, estão o transporte das urnas eleitorais, tropas de policiais militares e técnicos do TRE para transmissão das informações computadas nas urnas eleitorais em funcionamento no interior do Estado. O Tribunal informou que a posse do governador eleito deve ocorrer até o dia 6 de outubro deste ano.

Ministro destaca empenho da Justiça Eleitoral do Amazonas (Foto: Divuwlgação)

O primeiro turno das eleições suplementares para governador do Amazonas custou R$ 13 milhões, segundo informou o diretor-geral do TRE. O orçamento para o período era de R$ 9,5 milhões e o TRE-AM recebeu mais R$ 3,5 milhões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para arcar com os custos de logística do processo eleitoral suplementar. Juntos, os dois turnos do processo eleitoral suplementar estão orçados em R$ 23 milhões.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, concedeu uma coletiva à imprensa no Centro de Divulgação das Eleições, ontem.

Iniciada a coletiva, o ministro relembrou a todos que esteve em Manaus no dia 26 de julho, ocasião em que, após tomar ciência do quão adiantados estavam os trabalhos para a execução do pleito, voltou a Brasília bastante satisfeito.

O ministro fez questão de mencionar a logística empreendida no Estado para realizar as eleições: “Aqui não vai nenhum exagero. Temos, em termos de logísticas, aqui no Amazonas, as eleições mais difíceis do Brasil. Isso exige uma série de providências, e para isso é fundamental a integração que aqui se vê, a articulação entre todas as autoridades, especialmente a integração que se vê entre a Justiça Eleitoral e as Forças Armadas”.

Ainda sobre as especificidades desse trabalho, ressaltou o ministro: “Sem dúvida nenhuma, é nossa obrigação divulgar as peculiaridades desse trabalho. Uma junção de aviões, helicópteros, e barcos, trazer as comunidades para que venham votar, levar essas urnas a locais longínquos. Enfim, deixamos de medir as distâncias em horas, para medi-las em dias de deslocamento”.

Ao final, mais uma vez reconhecendo o trabalho dos servidores da Justiça Eleitoral do Amazonas, bem como de todos os colaboradores, pontuou: “Eu gostaria de deixar essas palavras de reconhecimento e de agradecimento ao TRE Amazonas e a todos os nossos colaboradores, Polícia Militar e Forças Armadas, por termos logrado essa integração nessa eleição excepcional.”