Iranduba conquista 3º lugar e Huila é campeão

Libertadores Feminina, na Arena da Amazônia, tem rodada dupla com a decisão da final vencida pelas colombianas

Natasha Pinto / vencer@diarioam.com.br

Manaus – Pela primeira vez na história, uma Taça Libertadores Feminina é conquistada por uma equipe colombiana. O Atlético Huila (COL) conquistou seu primeiro título internacional ao vencer o Santos por 5 a 3 nos pênaltis, depois de empatar no tempo regulamentar em 1 a 1, em jogo disputado na Arena da Amazônia. Nas cobranças alternadas, brilhou a estrela da goleira Solare, que defendeu uma cobrança e ajudou o auriverde colombiano a conquistar o título da competição continental.

Em sete edições disputadas no Brasil, esta é a segunda vez que uma equipe brasileira não fatura o torneio. A primeira foi em 2012, onde três cidades de Pernambuco foram anfitriões (Recife, Caruaru e Vitória de Santo Antão) e o Colo-Colo (CHI) também nos pênaltis, venceu o Foz de Cataratas, por 4 a 2.

Jogadoras do Huila fizeram a festa em campo com a taça na mão (Foto: Eraldo Lopes)

A conquista

Sem fugir das suas características, o Santos já começou pressionado no início de jogo e, no primeiro minuto de partida, abriu o marcador com a volante Brena, que acertou o pé em um belo chute de fora da área no canto direito da goleira Solera. Após abrir o marcador, o Santos manteve o controle do jogo e passou a apostar mais nos contra-ataques, mas sem sucesso.

Já na etapa final e precisando reverter o placar, o Atlético Huila (COL) partiu para o ataque e no primeiro minuto encontrou o gol. Após escanteio do lado direto, Gavy Santos levou a melhor sobre a goleira Nicole para empatar a partida em 1 a 1.

Com o a igualdade do placar, o t´titulo da Taça Libertadores Feminina foi decido nos pênaltis. Nas cobranças, a emoção ficou para o final. Santos e Atlético Huila (COL) converteram as três primeiras penalidades, na quarta, a equipe colombiana converteu e, em seguida, brilhou a goleira colombiana Solera (que já havia aparecido na semifinal) e defendeu a cobrança feita por Juliete. Rincón converteu a penalidade que deu ao Atlético Huila o título de campeão da Taça Libertadores feminina de 2019.

Iranduba assegura o bronze

O Iranduba da Amazônia conquistou o terceiro lugar da Taça libertadores Feminina, nos pênaltis, por 2 a 0, após empatar no tempo regulamentar em 1 a 1 com o Colo-Colo (CHI), ontem, na Arena da Amazônia. A estrela da noite foi a goleira Rubi, que saiu do banco de reservas para defender três penalidades cobradas pelas chilenas.

O alviverde irandubense abriu o placar aos 43 do primeiro tempo após Djeni acertar um belo chute de fora da área. O empate chileno veio, no começo do segundo tempo, aos 16 minutos, com a volante Nubiluz que invadiu a área após cobrança de falta e só tocou para o fundo do gol.

Nos acréscimos, o técnico Igor Cearense substituiu a goleira Maike e colocou a reserva Rubi para defender as penalidades. E deu certo. A goleira defendeu três. Camilinha e Ludmila converteram para o Hulk, enquanto a volante Cris acertou a trave.